Outro dia quis ser teoria e inventei milhões de teses para mim
Não virei prática.
Outra vez quis ser acorde e me pus toda em lá maior
Não virei música.
Teve até um dia que eu quis ser toda
Mas não fui nem metade.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Vamos Fugir?

Fugere urbem é uma expressão em latim que significa "fugir da cidade". Foi adotado como lema pela literatura árcade para simbolizar o poeta literário que se desloca da vida agitada e corrida da cidade e vai para a calma zona rural.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fugere_urbem
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fugere_urbem
Alguém me vende uma passagem?
Foto: Milena de Andrade
Foto: Milena de Andrade
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Estender-se
Pus no varal as letras
Combinando as vogais com consoantes
Depois estendi as idéias afim de emparelha-las juntas
Formei frases
Escrevi poemas inacabáveis
Crônicas, haicais, notícias de jornal
Pus fotos ilustrando cada reportagem
Ficou bonito de se ver
Veio a chuva e derrubou tudo
O vento levou cada letrinha
E no varal só restaram os prendedores e as linhas
No chão se via cada letra, cada sílaba
E não é que cresceu um pé de perguntas?!
Combinando as vogais com consoantes
Depois estendi as idéias afim de emparelha-las juntas
Formei frases
Escrevi poemas inacabáveis
Crônicas, haicais, notícias de jornal
Pus fotos ilustrando cada reportagem
Ficou bonito de se ver
Veio a chuva e derrubou tudo
O vento levou cada letrinha
E no varal só restaram os prendedores e as linhas
No chão se via cada letra, cada sílaba
E não é que cresceu um pé de perguntas?!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
De que adianta?
Menina, era um embrulho na barriga, uma voz presa, uma lágrima que não caía... Era uma coisa que só vendo. Mesmo depois de ter tomado um remédio pra dor de cabeça e ter sentado pra me acalmar, quem disse que eu melhorei? Olha, se eu soubesse que essas coisas davam nisso nunca que eu teria me permitido uma coisa dessas, visse? Ai meu cajadinho, e agora, menina? Me diz!
E não é que ela não disse nada?!
E não é que ela não disse nada?!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
16/09/2008
Tinha se desiludido. Não via mais solução, até porque não há solução para o fim. Infelizmente era sentar e lamentar que as forças já haviam se esgotado. Visto de dentro o problema parece irremediável, embora haja solução. Ele, em sua crise, no ápice da loucura, cometera tal barbárie meio que inconscientemente. Se arrependeu, mas arrependimento não faz voltar decisões. Não há replay.
domingo, 21 de junho de 2009
Finge que é remédio e toma!
Tome aqui esse elixir e vá pra casa, o efeito só amanhã. Depois desse dia nunca mais mudou.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Divagando; devagar.
Não. Eu realmente não entendo como as pessoas não conseguem negar nada. No final das contas a negação é de si mesmo, seja quando alguém pergunta se você quer sorvete de chocolate e você simplesmente diz: tanto faz; ou seja quando alguém te pede um favor e você simplesmente responde que sim, embora você não poderá fazer.
Numa realção, por exemplo: quando um se anula, negando-se de forma recorrente e idiota, o outro vê a possibilidade de soberania. Em relacionamentos, as disputas, quando sadias, são uma coisa propulsora, incentivadora e no final das contas, uma coisa muito boa. Você faz com o que o outro sempre busque o melhor, sempre queira vencer e não só pra provar a você que pode, mas pra se satisfazer. Quando uma mulher descobre que tem poderes sobre o homem, isso se dá por volta do início da adolescência, quando se descobre o corpo, ela simplesmente enxerga a possibilidade de dominar a relação. Isso pode ser bom quando usado de forma "racional", mas quando pende pro lado da chantagem emocional já fica escroto. Eu pude perceber isso em vários relacionamentos de amigos próximos e sempre achei uma sacanagem sem tamanho esse tipo de coisa. Na verdade, não quero colocar a mulher como vilã da história, porque qualquer pessoa que tenha o poder de persuadir o outro é capaz disso. Seja homem ou mulher (Inclusive eu já passei por isso sendo a chantageada da história), mas o fato é que quando percebo uma pessoa próxima se anulando e se colocando em segundo plano por causa de outra, eu simplesmente me revolto. Eu sei que isso vai além das regras de convivência e ética, mas a minha vontade é chamar a pessoa no canto e dizer: te liga! Embora isso nunca dá certo, porque quando se está dentro da situação tornar-se terceira pessoa é muito mais complicado do que parece. E de fato é, lembro-me que quando passei por esse tipo de situação eu simplesmente me anulei e não ouvi aqueles que estavam mais próximos e que podiam perceber o tamanho da merda que eu estava fazendo estando com aquele cara.
Enfim, o que me incomoda é anulação, a mudança vã que esse tipo de relacionamento causa. Além das pessoas simplesmente não lembrarem dos amigos.
Numa realção, por exemplo: quando um se anula, negando-se de forma recorrente e idiota, o outro vê a possibilidade de soberania. Em relacionamentos, as disputas, quando sadias, são uma coisa propulsora, incentivadora e no final das contas, uma coisa muito boa. Você faz com o que o outro sempre busque o melhor, sempre queira vencer e não só pra provar a você que pode, mas pra se satisfazer. Quando uma mulher descobre que tem poderes sobre o homem, isso se dá por volta do início da adolescência, quando se descobre o corpo, ela simplesmente enxerga a possibilidade de dominar a relação. Isso pode ser bom quando usado de forma "racional", mas quando pende pro lado da chantagem emocional já fica escroto. Eu pude perceber isso em vários relacionamentos de amigos próximos e sempre achei uma sacanagem sem tamanho esse tipo de coisa. Na verdade, não quero colocar a mulher como vilã da história, porque qualquer pessoa que tenha o poder de persuadir o outro é capaz disso. Seja homem ou mulher (Inclusive eu já passei por isso sendo a chantageada da história), mas o fato é que quando percebo uma pessoa próxima se anulando e se colocando em segundo plano por causa de outra, eu simplesmente me revolto. Eu sei que isso vai além das regras de convivência e ética, mas a minha vontade é chamar a pessoa no canto e dizer: te liga! Embora isso nunca dá certo, porque quando se está dentro da situação tornar-se terceira pessoa é muito mais complicado do que parece. E de fato é, lembro-me que quando passei por esse tipo de situação eu simplesmente me anulei e não ouvi aqueles que estavam mais próximos e que podiam perceber o tamanho da merda que eu estava fazendo estando com aquele cara.
Enfim, o que me incomoda é anulação, a mudança vã que esse tipo de relacionamento causa. Além das pessoas simplesmente não lembrarem dos amigos.
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